Dança de Salão

A dança de salão é um ótimo exercício para a saúde, tanto física como mental. Por ser uma dança a dois, ela permite que o seu praticante se exercite deixando o estresse de lado e socializando com outras pessoas. Além disso, a dança de salão é uma atividade sem muito impacto, então é possível dançar muitas vezes por semana – quanto mais, melhor.

A dança de salão é, além de uma forma de lazer e descontração, uma atividade física indicada tanto para jovens, quanto para pessoas mais velhas, pois ao dançar, é trabalhada a capacidade aeróbica, as funções cardiovasculares e respiratórias, a flexibilidade, entre outras.

Conheça alguns dos ritmos da Dança de Salão:

 

1. Samba de Gafieira

O Samba de Gafieira se desenvolveu no Rio de Janeiro no século XX. Oriundo do maxixe, ele se diferencia do samba no pé porque nessa modalidade a dança é feita a dois, e o homem sempre conduz a mulher.
Os instrumentos presentes no Samba de Gafieira são o cavaquinho, choro, clarineta, percussão e violão. A dança leva o gingado brasileiro e é super alto astral, por isso é uma boa escolha para quem quer perder peso, fazer amizades e se divertir.

2. Forró

Outra modalidade brasileira da dança de salão, o forró surgiu ainda no século XIX nas cidades nordestinas. O forró é uma dança muito animada e os instrumentos que fazem parte da música são o triângulo, a sanfona e a zabumba.
Na dança de forró o corpo do casal fica colado, e movimentam-se arrastando o pé, normalmente dando dois passos para um lado e dois para o outro. O casal anda por todo salão ao ritmo da música.

3. Bolero

Ritmo latino por excelência, o bolero é visto como a dança mais nobre entre as variedades de salão e é orgulho nacional de Cuba, país que exportou inúmeros sucessos e artistas do gênero. Uma das origens prováveis de seu nome é a palavra “volero”, ou “voar”, uma referência ao movimento das saias das dançarinas.
Se antes o bolero apresentava temáticas mais voltadas para a melancolia, com passos de dança lentos e acompanhados de castanholas e violões, com o passar do tempo mudanças foram surgindo, como a adoção de temas mais românticos e ritmos mais acelerados, influenciando o mambo e a salsa, por exemplo.

A forma de dançar também mudou: o casal que antes dançava afastado, apenas com movimentos de aproximação e distanciamento sutis, deu lugar à sensualidade e à proximidade na dança, o que foi uma provável influência de ritmos como a rumba.

No Brasil, o bolero passou por enormes adaptações e influências dos gêneros nacionais, como o samba de gafieira, e estrangeiros, como o tango, que trouxeram passos de dança mais complexos, como passos cruzados, caminhadas e giros, em contraste com a prática tradicional, também conhecida como o “dois pra lá, dois pra cá”.

Nada de vergonha e timidez, caminhar já é ter um gingado, você só precisa colocar em prática e com certeza verá evolução!


QUER SABER MAIS?